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Por: Brasil de Joelhos Postado: março 02, 2020 Em: assuntos atuais, focos de intercessão, recursos Comentários: 0

Foco de 8 Dias de Oração
BRASIL -ENCARE SEU AMALEQUE E VEJA A MUDANÇA

Momento Crítico para se Despertar à Realidade de Mudanças! Para as próximas semanas, este foco de oração será fundamental para nós. Embora seja um foco de 8 dias de oração, há revelação suficiente aqui para que você use repetidamente. De modo geral, este foco de 8 dias é mais devocional do que outros e inclui sugestões de estudo que vão ajudá-lo a amadurecer para esta estação.

Dia 1 – Tempo de Abraçar a Mudança, mas não ser jogado de um lado para outro pelo Vento!
A mensagem clara do Purim é que todos os que fazem planos para destruir os judeus sempre falharão. A história é repleta de exemplos desta verdade.

  • O Faraó planejou a destruição dos judeus no Egito, mas o exército egípcio foi afogado no Mar Vermelho. Isto é celebrado durante a Festa da Páscoa.
  • A tentativa de Hamã de matar os judeus falhou, o que é celebrado no Purim.
  • Antíoco Epifânio tentou eliminar o povo judeu. Sua falha é celebrada todo ano durante a festa de Hanukah.
  • Hitler tentou exterminar a raça judaica. Tanto ele como o Terceiro Reich foram destruídos. Ao invés da aniquilação, nasceu o Estado de Israel!

Temos que entender que a terra da aliança de Deus jamais será destruída. Ao prestarmos atenção aos eventos mundiais que ocorrem ao redor de Israel, poderemos entender melhor o plano soberano de Deus.

Há um plano soberano de Deus para a transformação do Brasil, acredite, como noiva de Cristo a Igreja é chamada nesse tempo abraçar a mudança que a estrategia de Deus traz e permanecer crendo no seu livramento.

Leia Salmos 121 – Êxodo 2 – Ester 1-4
Memorize Efésios 4:2-16 (Revise suas posições e conexões no Corpo de Cristo)


Dia 2 – O ano para “Passar Por Cima” (Ano da Pesach do Senhor)! Alcançar, andar e viver em LIBERDADE!

A Páscoa judaica (Pesach, em hebraico) literalmente significa “Passar por Cima”. E essa foi a estratégia do Senhor para trazer a realidade do modelo de vida celestial proposta ao Seu povo, que vivia sob a influencia de um governo espiritual usurpador de identidade e da liberdade.

Estamos num tempo chave para finalizarmos todo ciclo de escravidão, opressão e morte, que por ventura ainda estejam abertos. Uma oportunidade iniciarmos prioritariamente o ciclo ininterrupto do Pai, baseado em Sua liberdade em Sua vida proposta, antes da fundação dos séculos. A Páscoa indica não apenas nossa libertação presente, mas também futura e eterna (Apocalipse 13.7-9; 1 Pedro 1.18-21)

Nissan ou Abibe é o primeiro mês do calendário espiritual bíblico (Êxodo 12.2), mês onde a celebração perpétua “a páscoa” é comemorada e vivida. Esse mês nos remete a uma novidade de vida e a novos inícios.

Nos ciclos do Senhor para Sua nação Israel, a temporada de uma vida orgânica renovada se estabelece e se inicia a partir e através da Páscoa (“Passar por Cima”), dado a referencia da libertação do povo eleito, da terra do Egito.

Páscoa também é chamada de Festa dos Pães Asmos (Êxodo 23.15, Deuteronômio 16.16), porque apenas pães sem fermento eram ingeridos durante os sete dias imediatamente após a Páscoa. O pão sem fermento refletia o fato de o povo não ter tido tempo de colocar fermento no pão antes da sua rápida saída do Egito, como também a purificação de toda nutrição ou nutriente fornecido por Faraó

Durante os tempos do Novo Testamento, grandes multidões se reuniam em Jerusalém para observarem esta celebração anual. Jesus não somente celebrava a páscoa, como foi, é e será o próprio cordeiro pascoal, sendo crucificado durante a celebração solene (da páscoa). Ele é a nossa Santa Ceia Eterna.

O Novo Testamento identifica Cristo como o sacrifício da Páscoa:
Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós (1 Coríntios 5.7).
A palavra denota o Cordeiro que foi imolado na festa (Marcos 14.12-14).

Diante da oportunidade de um novo viver existencial em Cristo, por meio da liberdade conferida por Seu suficiente sangue, nós a igreja de Cristo precisamos nessa estação assumir posicionamentos maduros (por nós primeiramente, como também pela nação):

Como igreja se posicione para:

  • Viver a prática de adoração e intercessão, pois são os hábitos espirituais que promovem a liberação do favor do Rei – Atos 16.25,26.
  • Prestar oferta de arrependimento por todas as obras mortas produzidas – Hebreus 6.1
  • Reconhecer que estamos doentes e precisamos urgentemente de socorro espiritual – Lucas 5.31-32;
  • Clamar pela cobertura do Sangue de Cristo sobre as famílias e autoridades da nossa nação – 1 Timóteo 2.1-6
  • Nos despojar das ligaduras antigas, toda falsa adoração e falsa doutrina (fermentos) – Mateus 16.11-13
  • Nos livrarmos rapidamente de toda mentalidade escrava que não nos permite acessar às provisões eternas e benditas – Gálatas 4.4-7

Dia 3 – Este é um momento Crítico para se Despertar à Realidade de Mudanças e as Lideranças Acordarem para obter vitória nos Portões!

O dia de Purim de acordo com a bíblia, foi a data que havia sido determinada por Hamã por meio do lançar sorte (Pur no hebraico) da escolha de um dia para assassinar todos os judeus do reino. Mas, diante da prontidão de Mordecai nos portões da cidade e da intercessão e jejum da Rainha Ester junto do povo judeu, o dia estabelecido para uma batalha e massacre tornou-se em um dia de grande vitória para os judeus através de um contra decreto alcançado pelo favor do REI.

Este é um tempo para a igreja e o povo de DEUS (Brasil) se posicionar sobre os seus portões de autoridades! E isso significa estabelecer através de suas esferas de ação o governo sobre os portões e portais em seus respectivos níveis: Individual, Familiar, Financeiro, Ministerial e Governamental.

O portão de uma cidade era onde todas as transações de negócios e questões legais ocorriam. Era também o lugar onde a entrada para a cidade era permitida ou proibida. Um porteiro na ótica bíblica era alguém que guardava o acesso a um local. Mordecai era o modelo de porteiro (vigia) que sabia que o inimigo tramava planos e era necessário guardar as entradas e saídas permanecendo com muita resiliência.

Mordecai é o modelo do sacerdócio (governo) que busca os interesses do reino e o propósito do Senhor para que se estabeleça a justiça e o governo dos céus. Um verdadeiro Vigia (Isaias 21:8 / Habacuque 2:1) que se posiciona como um soldado dia e noite até que o propósito esteja guardado e seja gerado. Enquanto que Ester é o modelo da igreja que se coloca como parte do reino e carrega a carga da intercessão sabendo que custo pode ser a própria existência, então estabelece a oração e busca o favor do Rei até que o seu cetro seja favorável a ela e seja decretada a mudança de sorte. Tanto Mordecai quanto Ester trabalham juntos apontando um plano estratégico profético de discernimento e oração para a transformação.

Estamos frente a uma guerra, e o inimigo tem lançado sorte e tramado a morte do Povo de DEUS, por meio de estruturas de dominadores nos ares que tem se infiltrado em nosso meio (casa, ministério e nação) pela falta da vigilância de nossos portões. Este é o momento de a igreja operar nestes dois níveis de estratégia que nos é revelado nesta estação. A operação Mordecai (vigiar e guardar os portões) e a operação Ester (Interceder, jejuar e alcançar o favor do Rei) para trazer a mudança de sorte.

No livro de Ester, Mordecai expôs os planos inimigos e tomou sua autoridade nos portões. O Senhor diz em Mateus 16:18, “Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”. Este não é um tempo para que o inferno prevaleça em nossos portões, é necessário resistir.

O inimigo tentará elaborar decretos contra nós, mas não podemos esmorecer e nem nos isentarmos de nossa responsabilidade. Mordecai, ouviu por acaso o plano de Hamã para aniquilar o povo da aliança de Deus, porque estava posicionado em seu lugar. Assim como, Ester foi posicionada em uma área de influência por Deus para acessar o governo vigente da época acessando-o do céu para a terra.

Por isso, a igreja deve se preparar e se posicionar em seu lugar (portão) de autoridade para antever o plano do inimigo, ou em seu lugar de influencia para desmontar os ardis do inimigo pela oração. Encontre a sua posição nesta estação e destrua os planos do inimigo!

É necessário que você entenda, quem é Amaleque. Vamos nos lembrar que Hamã é citado no livro de Ester como um Agagita, e isso aponta para o fato de que Hamã era de descendência amalequita. Agague era o rei dos amalequitas e daí deriva-se o termo agagita, pois todo descendente de Amaleque ou Agague poderia ser chamado de Amalequita ou Agagita (1 Samuel 15:2;8-9). Os amalequitas eram um povo nômade, e foram os primeiros a atacar Israel depois do Êxodo, em Refidim. Para se entender melhor a sua genealogia, Amaleque era o neto de Esaú que foi fruto do adultério de Elifaz com Timna sua concubina (Genesis 36:12). Todas as ocorrências de ataques dos amalequitas na Bíblia sempre foram tentativas de se exterminar o povo de Deus. Amaleque (Hamã) é um inimigo sorrateiro, traiçoeiro, dissimulado, retaliador e vingativo, por isso a igreja deve se posicionar nestes dias contra esta estrutura que tenta se estabelecer sobre a nação.

O seu Amaleque será entregue em suas mãos, e a forca que ele havia preparado para você se tornará o instrumento que dará cabo a ele mesmo, basta você se posicionar em tempo como um Mordecai e uma Ester dos dias de hoje. Ore e decrete a queda de seu Amaleque!

“Contende, SENHOR, com os que contendem comigo; peleja contra os que contra mim pelejam. Embraça o escudo e o broquel e ergue-te em meu auxílio. Empunha a lança e reprime o passo aos meus perseguidores; dize à minha alma: Eu sou a tua salvação. Sejam confundidos e cobertos de vexame os que buscam tirar-me a vida; retrocedam e sejam envergonhados os que tramam contra mim. Sejam como a palha ao léu do vento, impelindo-os o anjo do SENHOR. Torne-se-lhes o caminho tenebroso e escorregadio, e o anjo do SENHOR os persiga. Pois sem causa me tramaram laços, sem causa abriram cova para a minha vida. Venha sobre o inimigo a destruição, quando ele menos pensar; e prendam-no os laços que tramou ocultamente; caia neles para a sua própria ruína. E minha alma se regozijará no SENHOR e se deleitará na sua salvação.” Salmos 35:1-9


Dia 4 – 2020 – Este é um Tempo de Preparação e Disciplina Espiritual!

Em nossos dias, ainda estamos em um tempo de batalha e vitória, um tempo de jejum voluntário.

Leia Salmos 92 e 1º João 1 e 2.

O jejum de Ester (Ester 4:14-17) ainda é relativo a nós hoje, para entrarmos em um novo lugar de autoridade e ganharmos favor.
Homens e mulheres devem trabalhar juntos nesta hora para derrotarem os planos inimigos.

A chave para a vida de Mordecai foi seu olho vigilante nos portões, em favor do Rei e do povo da aliança de Deus. A chave para Ester foi sua posição e sua preparação. A palavra preparar significa tornar pronto, juntar, produzir a fundação para um futuro edifício, equipar-se para ação. Sem essa consciência e unidade não teremos vitória. Façamos das palavras de Mardoqueu as nossas. (Ester 4.12-16)

Este é um tempo para nos lembrarmos de que mesmo em meio à hostilidade podemos estar preparados para um tempo como este. Através da preparação e da disciplina, o favor do Senhor pode descansar sobre nós. Ester foi até o rei, ganhou favor e graça à sua vista e foi exaltada à posição real de rainha. Deus mesmo usará quem ele colocou no palácio (nós igreja noiva do Rei) em posições para falar com o Rei e denunciar o maligno plano e o seu criador – Hamã.

As disciplinas espirituais necessárias a serem desenvolvidas em nossas vidas: meditação, oração, jejum, oferta, guerra, adoração, trabalho e descanso. Avalie-se, veja como está sua vida em cada disciplina.

O que isto nos diz?

Se permitirmos que a unção de Deus descanse sobre nós e que a beleza da santidade nos cerque e nos transforme, poderemos ganhar grande favor. Se removermos o fermento de nossas vidas, estaremos prontos para partir para um novo lugar conforme o Senhor nos levar.


Dia 5 – Um tempo para ver as bênçãos escondidas se manifestarem!

Ester é um nome (palavra) de procedência Persa, e significa Estrela. O Pai das Luzes dá a Seus filhos nomes que envolvem propósito e destino, isso é uma dádiva e um dom perfeito liberado por Ele, ou seja, uma benesse direcionada aos filhos amados (Tiago 1.17). O nome original (Judeu) da rainha Ester é Hadassa, uma bem-aventurada identidade que foi guardada em segredo para o dia da manifestação dos filhos de Deus, contra o espirito abortivo da morte.

Hadassa significa murta, é uma árvore sempre verde com folhas brilhantes e flores brancas, que exala vida e restituição. Era usada para confeccionar perfumes e como tempero para comida. Para os judeus essa árvore tem um significado de paz, alegria e misericórdia (Zacarias 1:8-11), estando presente nas mudanças do ambiente espiritual promovidas pelo Senhor, apontando para uma renovação de aliança. O nome Hadassa na sua forma mais prática denota, aquela que une. A murta dá a liga à união (Isaias 55.13).

A rainha Hadassa é uma tipologia espiritual da igreja amada do Altíssimo e Soberano Rei. Teve o oficio fundamental de paralisar o planejamento, ação, operação e avanço do homem da iniquidade, sendo uma “personagem” fundamental na conservação, preservação e propagação do plano Divino para o povo eleito, Israel. Como a rainha Hadassa, a igreja chamada e escolhida, através do amor do perfeito Noivo, tem autoridade para reter e frear as intenções malignas do inimigo do Reino. (Ester 8.1-4 / 2 Tessalonicenses 2.1-14)

Como igreja se posicione para:

  • Pedir ao Senhor para lhe mostrar o que está escondido e que pertence a você (noiva do Cordeiro) – Isaias 45.3
  • Viver e avançar segundo o monte das bem-aventuranças já liberadas sobre sua vida, família e nação – Mateus 5.1-12
  • Ser um vivo portal pela prática da intercessão, habilitado para a entrada do Rei da Glória – Salmos 24
  • Se unir ao Senhor e aos Seus propósitos eternos – 1 Coríntios 6.17
  • Receber o nutriente das prósperas águas do Senhor – Salmos 1

Ore e jejue pela nação.


Dia 6 – Tempo de Confronto e Destruição da Opressão Inimiga!

Este é um tempo de se destruir decretos feitos contra o povo da aliança de Deus que nos impediriam de avançarmos em grupo.

Tais decretos antissemitas odeiam o plano soberano de Deus para os judeus, bem como para os cristãos que foram enxertados neste plano.
Nações que professam o Cristianismo têm que se levantar agora! Ester orou e jejuou três dias antes de entrar em ação para vencer o plano inimigo. Ela teve fé para ir até a corte do Rei porque estava totalmente preparada no fim dos três dias de jejum.

Jejuar lhe prepara para o que você deve encarar para sua vitória adiante. Ester estava no lugar certo, na hora certa e fez a coisa certa. Portanto, ela obteve vitória sobre o inimigo.
Sua fé pode destruir qualquer decreto que o inimigo possa ter estabelecido contra você.
O inimigo prepara um laço para apertar ao redor do plano de Deus para sua vida.
A fé quebra o poder desse laço. Declare que o laço (forca) de Hamã começará a ser desfeito.

O Senhor está revelando novas estratégias para vencermos os planos do inimigo. Existem momentos em que não podemos vencer forçando ou tentando reverter um decreto injusto.
Considerando que isto é o que geralmente ocorre (e pelo que insistimos nas leis de nossa nação), Ester nos dá um exemplo de uma lei maligna e ruim que era irrevogável (de acordo com as leis dos medos e persas). A estratégia do Senhor (através de um rei pagão) foi fazer outra lei que confrontasse a primeira, e habilitasse a libertação e a vida dos judeus.

Neste mês de Purim, especificamente 9 e 10/03, o Senhor pode estar liberando estratégias similares através das quais poderemos frustrar e vencer decretos e leis malignas em nossa sociedade e nação. Assegurar a vitória e vencer nossos inimigos pode muitas vezes envolver diversos estágios de guerra.
Apesar de Ester e Mordecai terem tido sucesso ao guerrear para assegurar o decreto que permitiria ao povo judeu proteger-se, este era apenas mais um passo na libertação deles.
É bem possível que os judeus teriam sobrevivido no dia em que os inimigos esperavam sobrepujá-los, simplesmente baseados no novo nível de medo que os inimigos tinham pelo povo judeu.

No entanto, se eles não tivessem ido para a ofensiva e destruído seus inimigos quando o decreto lhes permitiu assim fazer, eles não teriam assegurado proteção permanente. Neste caso, em determinado momento, sob nova liderança (como os hebreus no Egito com um novo faraó), os judeus poderiam ser oprimidos e serem alvos de destruição mais uma vez.

  • Esta é uma temporada para se falar de fé e pedir por nova revelação!
  • Peça ao Senhor para ungir suas palavras e abrir seus olhos para a revelação que Ele está liberando neste momento.
  • Cremos que teremos uma grande e decisiva vitória a partir de Purin e viveremos o que ainda não temos vivido na nação.
  • Este é um tempo de se destruir decretos feitos contra o povo da aliança de Deus que nos impedem de avançarmos em nosso posicionamento como presença transformadora.

Ore e jejue pelo Brasil!
Clame por um Brasil rendido a Cristo!


Dia 7 – Em 2020 Encare o seu AMALEQUITA e quebre o poder de sua forca!

Em Ester 3:1, o maligno Hamã é descrito como sendo descendente do rei amalequita, Agague (1 Sm 15:8).

O poder do espírito de Amaleque está por trás de todo anti-semitismo. Êxodo 17:16 diz que “Porquanto jurou o Senhor, haverá guerra do Senhor contra Amaleque de geração em geração”. Deuteronômio 25:19 ordena que Seu povo terá que se juntar a Ele até que a memória de Amaleque seja apagada – Israel não pode se esquecer disto!

Deuteronômio 25:17-18 descreve com mais detalhes as táticas dos amalequitas: “Lembra-te do que te fez Amaleque no caminho, quando saías do Egito; Como te saiu ao encontro no caminho, e feriu na tua retaguarda todos os fracos que iam atrás de ti…”. Portanto, Amaleque não somente busca aproveitar o momento de cansaço e exaustão dos líderes, mas também fica à espreita para alvejar os soldados à pé inexperientes que estão “fracos e cansados” e ficam para trás.

Para remediar isto, Israel desenvolveu uma “retaguarda” (veja Números 10:25 e outras referências). A palavra hebraica para “retaguarda” é “me’aseph” – cuja raiz é a mesma do verbo “reunir”.

Nos exércitos antigos, os soldados mais velhos e experientes eram colocados atrás, não apenas para guardarem-se dos inimigos que atacavam por trás, mas também para “reunirem” os desgarrados, os retardatários – e fazer com que estes continuassem seguindo adiante.

A palavra Amalequita significa labutar ou trabalhar sob árduo comando. Este é um tempo para você fugir de trabalho legalista, árduo. Os amalequitas eram uma tribo nômade de pessoas formidáveis que atacaram os israelitas pela primeira vez depois do Êxodo em Refidim.

Amaleque, o neto de Esaú (Gn 36:12) ocupou a terra desolada do nordeste da península do Sinai e do Neguebe. Eles foram os primeiros a atacar Israel depois do Êxodo (Nm 24:20). É aqui onde o Senhor se revelou como Jeová-Nissi. Ele declarou que guerrearia contra Amaleque de geração em geração.

O espírito do anticristo hoje é ligado a esse espírito amalequita. Israel venceu a batalha inicial (Ex 17:8-16) e por causa de suas atrocidades, Deus ordenou que Saul exterminasse os amalequitas (1 Sm 15:2-3).

Saul desobedeceu, e os amalequitas não foram derrotados completamente até o século 8 a.C. (1 Cr 4:43). Os judeus criam que o ódio que Hamã o Agagita (Et 3:1-10; 8:3-5) sentia em relação a eles, originou-se por ser descendente de Amaleque.

Prepare-se e observe seu Hamã ser enforcado na própria forca. Quebre todo acordo.
Observe seu inimigo exagerar em seus próprios atos e você terminará vitorioso!

Siga adiante e veja suas novas portas abertas! Memorize Isaías 26:4 e Isaías 28:6.
Declare sobre sua nação que a estrutura amalequita será revelada e destruída.


Dia 8 – Em 2020 Ore a Oração de Confronto!

Confrontar alguém ou alguma coisa significa encará-los em hostilidade ou desafio, ou vir com oposição. Diferente da oração de dores de parto, que traz à tona novo nascimento, a oração de confronto é direcionada diretamente a estruturas que tenham sido erguidas em oposição à vontade de Deus. Este tipo de oração não apenas sobrepuja o diabo, mas também humilha a ele e às suas forças em atividade.

Deus permite que entremos neste tipo de encontro para mostrar o Seu poder sobre espíritos territoriais que possam estar escravizando um grupo particular de pessoas. Quando o SENHOR mostra que Seu poder é maior do que qualquer estrutura demoníaca, tal estrutura começa a ruir e os que estavam cativos são então libertados para seguirem a Cristo.

Um modelo bíblico maravilhoso para este tipo de oração foi o confronto de Moisés com Faraó. Quando Moisés declarou a vontade de Deus ao Faraó no mundo físico, ele também estava confrontando os deuses do Egito no mundo espiritual – falsas divindades (espíritos territoriais) – ligados à opressão e ao cativeiro do povo da aliança de Deus.

Por meio das pragas e a destruição liberada sobre a nação do Egito como resultado do confronto de Moisés, o plano de Deus foi cumprido, o poder da opressão quebrado, e Seu povo libertado.

Examinamos como cada demonstração do poder de Deus através de Moisés era, na realidade, um confronto com um deus egípcio específico.

  • A vara torna-se uma serpente (Ex 7:8-12): Confronto com deuses serpentes.
  • O Nilo transforma-se em Sangue (Ex 7:14-25): Confronto com os deuses do Nilo.
  • A Praga das Rãs (Ex 8:1-15): Confronto com o deus rã.
  • A Praga dos Piolhos (Ex 8:16-19): Confronto com o deus terra.
  • A Praga das Moscas (Ex 8:20-24): Confronto com o deus da vaidade.
  • O Gado Morre (Ex 9:1-7): Confronto com a deusa egípcia em forma de vaca.
  • A Praga das Feridas (Ex 9:8-12): Confronto com o deus do ensino e da medicina.
  • A Praga do Granizo e do Fogo (Ex 9:12-35): Confronto com o deus céu original.
  • A Praga dos Gafanhotos (Ex 10:12-15): Confronto com o deus do ar, atmosfera e ventos secos.
  • A Praga das Trevas (Ex 10:21-23): Confronto com o deus sol.
  • A Morte dos Primogênitos (Ex 12:29-33).

A décima e mais devastadora praga foi direcionada contra um grupo de três divindades.

  • A primeira era Ísis, a mais importante de todas as deusas egípcias, que assumia todos as características e funções de praticamente todas as outras deusas importantes em algum ponto da história egípcia. Suas funções principais eram: maternidade, devoção conjugal, cura dos doentes e trabalhos de feitiços e encantamento mágicos.
  • A segunda divindade era Osíris, deus dos mortos e governador, protetor e juiz dos mortos.
  • A terceira divindade era o filho de Ísis e Osíris, Hórus o Filho, uma criança de colo representada por um menino chupando o dedo. A praga final sobrepujou tanto a Faraó e trouxe tamanha derrota aos deuses do Egito que os israelitas foram finalmente libertados.

O poder de Deus não tem diminuído através dos anos desde Moisés! Confrontos de poder através da oração de confronto que vê grupos de pessoas libertados de estruturas demoníacas, vão ser mais e mais comuns enquanto entramos na futura guerra da Igreja.

Precisamos ter expectativa através de uma mentalidade que crê que Deus mostrará o Seu poder grandemente sobre a terra e sobre as estruturas demoníacas, para que vejamos grandes multidões sendo libertadas das mãos de Satanás.

E, a partir desta mentalidade, temos que orar com fé inabalável as orações de confronto de acordo com a vontade de Deus.

Esta é uma temporada de entrarmos em CONFRONTOS DE PODER.

Por um Brasil rendido a Cristo!
Hudson Medeiros

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