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Por: Brasil de Joelhos Postado: junho 01, 2017 Em: focos de intercessão Comentários: 0

—— Artigo sobre o assunto ——

Estamos em uma estação onde há uma verdadeira guerra entre uma cultura de morte e o espírito de vida. A guerra relacionada à cultura de morte percorre inúmeras áreas, sendo que uma área muito importante diz respeito à questão do aborto.

Na realidade, olhar para a questão do aborto requer, inevitavelmente, que venham à luz temas como: eugenia, uso de embriões humanos e células tronco, transplantes de órgãos humanos, eutanásia, políticas de redução populacional, dentre outros.

Todos esses temas, amplamente discutidos, tanto pela ciência, quanto pelos juristas, levantam, em si, questões éticas, morais e espirituais que possuem o poder de impactar a cultura da sociedade e sua cosmovisão. Mais do que isso, tais debates circulam ao redor de algo crucial: os limites do respeito à vida.

A fim de entender melhor o que é eugenia e como o aborto se insere nesse assunto, ao final desse documento anexamos um artigo que poderá melhor esclarecer o assunto.

Como igreja, entendemos que a vida é dádiva divina, cuja soberania para determinar os tempos de princípio e fim cabem unicamente a Deus. Entendemos que o aborto é uma manifestação de rebeldia e independência humanas, e que a instauração de políticas que apoiem essa prática abre brechas para a escravização das nações à cultura de morte. Entendemos que o espírito por trás de tudo isso é o do Anticristo. Há uma guerra na cultura, e essa guerra caminha nas áreas da saúde, educação, mídia, artes, governo, família e igreja. É uma guerra nas 7 montanhas de influência.

O ABORTO NO SENTIDO AMPLO É O MAIS TERRÍVEL ATAQUE AO PROJETO DE DEUS PARA ESSA GERAÇÃO, UMA PROFANAÇÃO DA IMAGEM DE DEUS NO HOMEM.

Entendemos que o útero é o lugar onde a vida se materializa, é o lugar onde o espírito e o corpo se encontram e se misturam. Enxergamos que há uma luta de morte x vida no lugar de materialização das promessas e dos sonhos de Deus. Há necessidade de remir o ventre para que os sonhos de Deus possam se materializar e virem à luz. Há necessidade de que a cultura de valorização da vida suplante a cultura de morte.

ARREPENDIMENTO

  • Pela legalização e institucionalização de uma cultura de morte na sociedade através do incentivo ao aborto;
  • Pela legalização do aborto de anencéfalos, em um ato de invasão à competência do Poder Legislativo por parte do Poder Judiciário e, ainda, em favorecimento à agenda de grupos anticristãos;
  • Pela utilização das áreas de influência da sociedade pelo espírito do Anticristo para promover a cultura de morte (mídia, entretenimento, artes, saúde, educação, governo, família, igreja, etc.);
  • Porque a igreja tem aceitado práticas da cultura de morte como normais;
  • Por nossa insensibilidade e atitude de descaso para com os inocentes que foram condenados à morte ainda no ventre;
  • Pela omissão da Igreja diante da estatística crescente da prática do aborto no país e diante da possibilidade da legalização do aborto (Ez. 16:49);
  • Por todo sacrifício humano oferecido a Moloque através do aborto voluntário, que se constitui em sangue derramado no corpo da mulher (Lev. 18:21; Gen. 9:6 e Nm. 35,33);
  • Pela falta de temor do Senhor por parte de homens e mulheres que, através da prática do aborto, infringem o Mandamento que diz: “Não matarás”;
  • Pela prática de assassinato deliberado, ao se interromper a vida intrauterina;
  • Pela rebelião à soberania de Deus: “o Senhor é o que tira a vida e a dá” (I Sm. 2:6);
  • Pela cegueira espiritual dos legisladores e autoridades constituídas, cujas mentes são contaminadas pelo humanismo e induzidas por espíritos de engano e de morte;
  • Pelos profissionais da área médica que realizam abortos na clandestinidade;
  • Pela utilização do sangue e dos órgãos dos fetos abortados no comércio ilegal de órgãos humanos;
  • Pela transformação de hospitais e clínicas em altares a Moloque, por causa dos sacrifícios humanos através dos abortos;
  • Pelo apoio político a grupos nacionais e internacionais que promovem a agenda do Anticristo (que inclui o aborto, a eugenia e a eutanásia) em troca de dinheiro e favores;
  • Pela morte da semente no altar da conveniência humana;
  • Pelo engano de que o aborto promove qualidade de vida;
  • Pelos envolvidos no ocultismo, que geram fetos para sacrifícios a demônios;
  • Por toda forma de usa do sexo para prazeres ilícitos, que traz como consequência a geração irresponsável de filhos já condenados à morte;
  • Pela idolatria ao ego e à sensualidade (Anticristo, Moloque e Astaroth), que alimentam a cultura de violência, impureza e orfandade;
  • Pela ideologia que fundamenta o aborto de que o valor da vida humana é relativizado, ao se ponderar se alguém vale mais ou menos se é produtivo ou não, se é deficiente ou não, se é de determinada raça ou não;
  • Porque, como igreja, não nos engajamos em proteger mulheres que pensam em abortar seus filhos, a fim de que essas mudem de ideia, dando suporte a elas, e nem em proteger os filhos dessas mulheres. Porque não mostramos a oportunidade de vida e a esperança que há em Jesus para mudar qualquer quadro.

CLAMOR

  • Que o Senhor nos revele o Seu coração para com a prática do aborto. Seja-nos dada sensibilidade para chorar a dor do coração do Pai;
  • Que o Senhor levante os Seus servos nos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário como atalaias, proclamando o direito e a justiça da Lei do Senhor e influenciem de tal modo que seja vetada a liberação do aborto no país (I Sm. 2:9);
  • Que a ilegalidade relativa à invasão de competência do Poder Judiciário no Poder Legislativo, relativamente à questão do aborto de anencéfalos, venha à luz;
  • Que seque a fonte de financiamento que fomenta a agenda dos grupos anticristãos em todas as esferas de poder (Executivo, Legislativo e Judiciário), bem como na educação, na saúde, nas artes, na mídia, na família e na igreja, que não haja recursos para esses grupos;
  • Para que o Senhor incline os seus corações à Sua vontade, como ribeiros de águas. (Prov. 21:1);
  • Para que magistrados e advogados de renome se levantem em todo o país em defesa do Código Civil, que já garante o direito à vida, desde o momento da concepção. Que médicos e cientistas também se pronunciem em favor desse direito. (I Sm. 2:3);
  • Que a legislação abortista seja comprovada inconstitucional e todo argumento pró-aborto seja refutado (I Sm. 2:10);
  • Que o Estado Brasileiro se posicione em defesa da dignidade da mulher e da vida, criando políticas sociais e mecanismos de conscientização e amparo socioeconômico;
  • Que a Igreja e instituições sociais se mobilizem para implantar projetos de assistência física, afetiva, médica e moral à família e especialmente voltadas aos problemas da mulher. (I Sm. 2:8)
  •  Que seja rejeitado e anulado todo projeto de lei que apoie o aborto no país;
  • Que seja quebrada a influência de Moloque no país e seus altares sejam destruídos. O arco dos fortes seja quebrado, porém os débeis cingidos de força (I Sm. 2:4);
  • A soberania de Deus como O único “que tira a vida e a dá” (I Sm. 2:6);
  • Que cesse o sustento das trevas pelo sacrifício dos inocentes (I Sm. 2:5);
  • Que sejam emudecidas as vozes que se levantam contra o direito à vida (I Sm. 2:9) “Ele guarda os pés dos seus santos, porém os perversos emudecem nas trevas da morte”;
  • Que o Senhor quebrante os que contendem contra Ele (I Sm. 2:10);
  • Que a Igreja se levante como um exército forte, proclamando a Vida e a Salvação, a vitória sobre os inimigos (I Sm. 2:1);
  • Que a agenda de grupos anticristãos, promotores da cultura de morte em todas as áreas, seja frustrada e sofra baixas significativas e irreversíveis;
  • Que as fontes de recursos que alimentam a agenda dos grupos anticristãos em todas as áreas de influência da sociedade sejam fechadas e se tornem secas definitivamente;
  • Que as portas da nação brasileira sejam fechadas para a agenda completa do Anticristo. Que as políticas da ONU relacionadas à cultura de morte não se estabeleçam no Brasil.

—— Artigo sobre o assunto ——

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